"Um golinho só não mata"; vicia, não só nos golinhos, mas se plorifera a coragem de estar onde não está, de ser o que não é, de viver feliz plenamente e ser o humano alfa. Por fim tomará consciência dos humores, e irá escolher qual é o humor de hoje e amanhã será o humor que aparecer, querendo sempre estar no "controle" da situação, afinal temos coragem, certo? A cada gole perdemos a sensatez que precisávamos, a cada trago perdemos nosso nervosismo necessário, onde ou quando terá fim o uso de catalizadores?
Grato à família, que sem um oi, sentou-se à mesa do bar, e me revelou o princípio das pessoas corajosas covardes que há em abundância num planeta chamado Terra.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
quarta-feira, 2 de abril de 2014
vivo, vivem, não vivemos.
Vivo ... eu ... vivo como se sempre fosse o intruso. Morro... eu ... morro sempre que me sinto intruso.
Por que em todos os lugares em que chego, não existe alguém na mesma situação que a minha? Sem uma história escrita com os vários protagonistas. Cada personagem da-se a entender que já tem seu rumo traçado, e se eu interferir criarei inimizades mútuas. Todos com hora marcada e muita pressa, qual a causa dessa ansiedade? Até quando vão correr para o vácuo de suas vidas? Será que pensarão em parar de construir prédios na areia?
Por que em todos os lugares em que chego, não existe alguém na mesma situação que a minha? Sem uma história escrita com os vários protagonistas. Cada personagem da-se a entender que já tem seu rumo traçado, e se eu interferir criarei inimizades mútuas. Todos com hora marcada e muita pressa, qual a causa dessa ansiedade? Até quando vão correr para o vácuo de suas vidas? Será que pensarão em parar de construir prédios na areia?
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