quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Tons raros.
Longe, mas bem longe eu avistava uma cor, que curiosamente tem a mesma tonalidade daquela cor. Aos poucos fui caminhando para entender se eram de mesma tonalidade, e são, mas oque há? Quando desconhecido parece um labirinto com quinhentos minotauros perambulando, e logo quando conheço e reconheço vejo que é como o despertar sonolento de domingo, não que seja fácil, mas depois de algumas frases se torna agradável. A cor tem som, uma melodia agradável aos meus ouvidos, um tom doce e forte onde embala-me numa calmaria, a mesma habilidade de olhar para cima e admirar o céu em qualquer hora, certos tiques causados pela ansiedade, que estranhamente gosto. São praticamente os mesmos gostos, a mesma qualidade cultural, conheço tão bem e tão pouco, mas o melhor de tudo é que se torna imprevisível, o fato de não conseguir saber qual é o próximo passo me intriga de uma forma imensa, felizmente não tenho mais aquela coisa de que é um sinal bla bla bla... Pela primeira vez na vida eu não quero ter, e sim conhecer, saber, aprender, ensinar... Mesmo muito novo, eu já conheci pessoas muito diferentes de cultura e iguais no resto, mas essas que denomino "Neves" são complicadas identificar, pois existem outras maquiadas à esse aspecto. Mas são o tipo de cor que se sobressai sem querer, apenas sendo o que são, acabam se destacando na multidão, tudo que é raro é denominado "ótimo", mas nesse caso é a combinação de qualidade com raridade, o que é surpreendente.
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